in Público 11/01/10
A docente universitária Ana Paula Laborinho toma posse segunda-feira como presidente do Instituto Camões, revelou hoje à Lusa o ministro dos Negócios Estrangeiros.
Luís Amado justificou a escolha por a docente ser “uma pessoa de reconhecida competência, que tem uma experiência no sector”, apontando, ainda, a sua ligação ao Instituto Português do Oriente.
“Tem desenvolvido um trabalho importante na área das letras portuguesas”, declarou Luís Amado, à margem de uma visita do Governo ao distrito de Leiria.
A investigadora do Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa é “uma personalidade que nos dá garantia de ser uma boa gestora do Instituto Camões”.
Isto num momento em que o Instituto “entra numa nova fase, com uma nova lei orgânica e com a responsabilidade de implementar uma nova estratégia para a afirmação da língua portuguesa no mundo”.
A docente universitária, de 52 anos, tem dedicado a sua carreira a história da Língua Portuguesa no mundo, desde os Descobrimentos à literatura colonial, dando particular destaque à posição do português no Extremo Oriente. A nova directora viveu em Macau (em dois períodos diferentes, num total de onze anos), onde foi responsável pelo Instituto Português do Oriente.
A docente universitária Ana Paula Laborinho toma posse segunda-feira como presidente do Instituto Camões, revelou hoje à Lusa o ministro dos Negócios Estrangeiros.
Luís Amado justificou a escolha por a docente ser “uma pessoa de reconhecida competência, que tem uma experiência no sector”, apontando, ainda, a sua ligação ao Instituto Português do Oriente.
“Tem desenvolvido um trabalho importante na área das letras portuguesas”, declarou Luís Amado, à margem de uma visita do Governo ao distrito de Leiria.
A investigadora do Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa é “uma personalidade que nos dá garantia de ser uma boa gestora do Instituto Camões”.
Isto num momento em que o Instituto “entra numa nova fase, com uma nova lei orgânica e com a responsabilidade de implementar uma nova estratégia para a afirmação da língua portuguesa no mundo”.
A docente universitária, de 52 anos, tem dedicado a sua carreira a história da Língua Portuguesa no mundo, desde os Descobrimentos à literatura colonial, dando particular destaque à posição do português no Extremo Oriente. A nova directora viveu em Macau (em dois períodos diferentes, num total de onze anos), onde foi responsável pelo Instituto Português do Oriente.