in DN 13/11/09
Artistas Unidos estreiam peça de José Maria Vieira Mendes. 'Ana' fica em cena até dia 22
Ana é uma peça sobre o tempo escrita por José Maria Vieira Mendes para os Artistas Unidos, uma história contada na primeira pessoa, que gira em torno de quatro personagens de contornos incertos. É "uma peça de câmara para elenco pequeno", que "requer uma grande intimidade entre os actores e espectadores" , explica o encenador, Jorge Silva Melo. Ana estreia -se hoje, no Centro Cultural de Belém, Lisboa, onde estará em cena até dia 22, seguindo no dia 26 para o Teatro Municipal de Almada.
A narrativa decorre ao longo de três dias - três tempos diferentes, não se sabe qual vem antes, qual depois. "Uma mulher, Ana, e um homem, Paulo, em casa, num dia de descanso. Ela resolve fazer um chá que o acalme, mas quando volta a entrar encontrará já outro homem, um que vem de trás, de outro tempo", lê-se na sinopse.
"É um texto sobre o tempo e sobre o fim da ficção, como se pudéssemos substituir a palavra 'Ana' por 'ficção', e claramente, para mim, este foi o texto de final de um processo de escrita, um texto que fala da impossibilidade da ficção, ou que explora a ficção até um ponto em que ela se desfaz e se fecha a si própria e diz que não quer ser mais escrita", explica Vieira Mendes. "Podemos brincar com as expectativas do público relativamente ao tempo e baralhá-lo com uma facilidade que a vida não permite", acrescenta o autor. Os actores Sylvie Rocha, Pedro Lacerda, António Simão e Rita Brutt estarão em palco a interpretar as personagens de Ana, cuja vida não é uma só, "podem ser muitas".
Artistas Unidos estreiam peça de José Maria Vieira Mendes. 'Ana' fica em cena até dia 22
Ana é uma peça sobre o tempo escrita por José Maria Vieira Mendes para os Artistas Unidos, uma história contada na primeira pessoa, que gira em torno de quatro personagens de contornos incertos. É "uma peça de câmara para elenco pequeno", que "requer uma grande intimidade entre os actores e espectadores" , explica o encenador, Jorge Silva Melo. Ana estreia -se hoje, no Centro Cultural de Belém, Lisboa, onde estará em cena até dia 22, seguindo no dia 26 para o Teatro Municipal de Almada.
A narrativa decorre ao longo de três dias - três tempos diferentes, não se sabe qual vem antes, qual depois. "Uma mulher, Ana, e um homem, Paulo, em casa, num dia de descanso. Ela resolve fazer um chá que o acalme, mas quando volta a entrar encontrará já outro homem, um que vem de trás, de outro tempo", lê-se na sinopse.
"É um texto sobre o tempo e sobre o fim da ficção, como se pudéssemos substituir a palavra 'Ana' por 'ficção', e claramente, para mim, este foi o texto de final de um processo de escrita, um texto que fala da impossibilidade da ficção, ou que explora a ficção até um ponto em que ela se desfaz e se fecha a si própria e diz que não quer ser mais escrita", explica Vieira Mendes. "Podemos brincar com as expectativas do público relativamente ao tempo e baralhá-lo com uma facilidade que a vida não permite", acrescenta o autor. Os actores Sylvie Rocha, Pedro Lacerda, António Simão e Rita Brutt estarão em palco a interpretar as personagens de Ana, cuja vida não é uma só, "podem ser muitas".