Um grupo de personalidades mundiais propõe repensar as grandes prioridades que a UNESCO deve assumir no séc. XXI.
O ensaísta Umberto Eco, o antigo vice-presidente da administração do presidente norte-americano Bill Clinton, Al Gore, a filósofa e romancista Julia Kristeva e o músico bra- sileiro Gilberto Gil são alguns dos nomes que poderão integrar esse grupo de uma dúzia de individualidades originárias dos vários cantos do planeta.
Segundo a proposta de Manuel Maria Carrilho, embaixador de Portugal na UNESCO que - com o estudioso francês Dominique Wolton - prepara o trabalho que, no próximo ano, deve levar à formulação de propostas revitalizadoras para as políticas da UNESCO, pretende-se contribuir para que esta organização volte a ser um intenso "laboratório de ideias" que lhe dê de novo, a nível mundial, um papel pioneiro e de liderança.
A ideia de discutir o futuro da UNESCO de um modo aberto, no espaço público internacional, tem sido muito aplaudida, e é isso mesmo que vai acontecer com este grupo de personalidades mundiais que se propõe repensar as grandes prioridades que a UNESCO deve assumir no séc. XXI.
Prova disso foi o facto de o texto sobre a "refundação da UNESCO", de Manuel Maria Carrilho, publicado pelo Le Monde e pelo DN no início da semana passada, ter tido um largo impacto.
Tanto em Portugal, onde, por exemplo, a Fundação Saramago o colocou desde então em destaque, a abrir o seu site, como na comunidade internacional, mais atenta às questões de cultura, de educação e de direitos humanos.
Recorde-se que já em 2000, durante a presidência portuguesa da União Europeia, Manuel Maria Carrilho, então ministro da Cultura, elaborou com Dominique Wolton um "Manifesto da Diversidade" que foi publicado em jornais de todo o mundo (em Portugal, no DN) e que teve um papel propulsor na afirmação da temática da diversidade cultural, tal como ela viria a ser consagrada na Convenção da Diversidade da UNESCO, em 2005.
O ensaísta Umberto Eco, o antigo vice-presidente da administração do presidente norte-americano Bill Clinton, Al Gore, a filósofa e romancista Julia Kristeva e o músico bra- sileiro Gilberto Gil são alguns dos nomes que poderão integrar esse grupo de uma dúzia de individualidades originárias dos vários cantos do planeta.
Segundo a proposta de Manuel Maria Carrilho, embaixador de Portugal na UNESCO que - com o estudioso francês Dominique Wolton - prepara o trabalho que, no próximo ano, deve levar à formulação de propostas revitalizadoras para as políticas da UNESCO, pretende-se contribuir para que esta organização volte a ser um intenso "laboratório de ideias" que lhe dê de novo, a nível mundial, um papel pioneiro e de liderança.
A ideia de discutir o futuro da UNESCO de um modo aberto, no espaço público internacional, tem sido muito aplaudida, e é isso mesmo que vai acontecer com este grupo de personalidades mundiais que se propõe repensar as grandes prioridades que a UNESCO deve assumir no séc. XXI.
Prova disso foi o facto de o texto sobre a "refundação da UNESCO", de Manuel Maria Carrilho, publicado pelo Le Monde e pelo DN no início da semana passada, ter tido um largo impacto.
Tanto em Portugal, onde, por exemplo, a Fundação Saramago o colocou desde então em destaque, a abrir o seu site, como na comunidade internacional, mais atenta às questões de cultura, de educação e de direitos humanos.
Recorde-se que já em 2000, durante a presidência portuguesa da União Europeia, Manuel Maria Carrilho, então ministro da Cultura, elaborou com Dominique Wolton um "Manifesto da Diversidade" que foi publicado em jornais de todo o mundo (em Portugal, no DN) e que teve um papel propulsor na afirmação da temática da diversidade cultural, tal como ela viria a ser consagrada na Convenção da Diversidade da UNESCO, em 2005.